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Wagner Merije na 47ª Feira do Livro de Coimbra


15 jun

Wagner Merije marca presença na 47ª Feira do Livro de Coimbra com uma participação ativa em quatro eventos que atravessam diferentes momentos da literatura portuguesa e brasileira.

Como editor, organizador e autor, Merije conduz conversas, apresentações e leituras que reafirmam o diálogo entre Brasil e Portugal — um dos pilares do seu trabalho à frente da Aquarela Brasileira Livros.

Sexta-feira, 19 de junho

16h00 – Auditório Teolinda Gersão
Apresentação da nova edição da antologia Coimbra em Palavras
Conversa entre Élia Ramalho e Wagner Merije (organizador da obra).

A antologia reúne 34 autoras e autores de todos os continentes para celebrar a cidade de Coimbra em prosa, poesia e memória.

Terça-feira, 23 de junho

17h15 – Auditório Teolinda Gersão
O Poeta e a Poesia | Viva os Poetas de Portugal
Apresentação da antologia de poesia Breve, de João Cochofel
Conversa entre Rui Amado e Wagner Merije (editor da obra).

Breve celebra o centenário do poeta português João José Cochofel, reunindo o essencial da sua lírica, publicada pela primeira vez no Brasil pela Aquarela Brasileira.

Quarta-feira, 24 de junho

18h00 – Estação Elevatória de Coimbra – Biblioteca Carlos Fiolhais
Apresentação do livro Um Furacão em Lisboa
Apresentação: Paulo Branco Lima (escritor e investigador literário).

O romance escrito por Wagner Merije, inspirado em fatos reais, entrelaça música, cultura pop e a presença de Madonna em Portugal, com Lisboa como pano de fundo.

Quinta-feira, 25 de junho

18h00 – Estação Elevatória de Coimbra – Biblioteca Carlos Fiolhais
Leitura de Sonetos, de Luís de Camões
Por Rita Marnoto (Universidade de Coimbra)
Moderação: Wagner Merije (editor da obra).

Uma sessão dedicada à leitura e celebração do legado lírico de Camões, com curadoria da Aquarela Brasileira.

Sobre a Feira

A 47ª Feira do Livro de Coimbra homenageia a escritora Teolinda Gersão, com o mote “A árvore das palavras”. O programa distribui-se por cinco espaços – Auditório Teolinda Gersão, Estação Elevatória de Coimbra – Biblioteca Carlos Fiolhais, Esplanada, Coreto e Espaço Crianças e Famílias – e inclui 90 atividades, exposições, concertos, debates e sessões de poesia.

A Aquarela Brasileira, editora fundada e dirigida por Wagner Merije, integra esta edição com autores, livros e a certeza de que a literatura é uma das mais poderosas pontes entre nações.

Serviço

Evento: 47ª Feira do Livro de Coimbra
Datas: 19 a 28 de junho de 2026
Local: Parque Manuel Braga, Coimbra – Portugal
Horário: diariamente, das 11h00 às 22h00
Entrada: livre
Programa completo: https://www.coimbra.pt/wp-content/uploads/2026/06/47_FeiraLivroCoimbra_Programa.pdf

feiradolivrodecoimbra.pt

Wagner Merije
PhD em Letras | Escritor | Editor

Aquarela Brasileira – Curadoria de Legado
Não é só sobre contar histórias. É sobre eternizá-las.

www.merije.com.br | www.aquarelabrasileira.com.br
faleaquarela@gmail.com

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O Vinho Como Obra de Arte


01 dez

O Centro Cultural Penedo da Saudade inaugura a 18 de novembro, pelas 18h00, a exposição “O Vinho como Obra de Arte”, da autoria de Wagner Merije.

E para celebrar a ocasião está prevista prova de vinhos da marca Rosé Quadrivium da Fundação ADFP.

Desde os tempos mais antigos, o vinho acompanha a humanidade como símbolo de celebração, espiritualidade e partilha. Há mais de 8.000 anos, nas encostas da Geórgia, na região do Cáucaso, já se cultivavam vinhas para transformar as uvas em bebida. No Egipto, o vinho foi associado a rituais sagrados; na Grécia Antiga, Dioniso tornou-se o deus da embriaguez criativa; em Roma, o néctar corria nos banquetes que exaltavam o prazer e a abundância. Ao longo da Idade Média, os mosteiros preservaram o cultivo da vinha, elevando o vinho à condição de metáfora do sagrado. Hoje, o vinho é cultura, arte e identidade de povos inteiros.

A exposição “O Vinho como Obra de Arte” é uma homenagem a este percurso milenar e a todos aqueles que transformam a uva em poesia líquida. Aqui, as garrafas deixam de ser apenas recipientes: tornam-se protagonistas visuais, reimaginadas por Wagner Merije como esculturas pictóricas adornadas com flores monumentais, rostos enigmáticos e paisagens sensoriais. Cada obra abre uma janela para um diálogo entre tradição e contemporaneidade, evocando a intensidade cromática de Van Gogh, as formas reinventadas de Picasso e a minúcia de David Bailly.

As imagens são apresentadas em diferentes suportes e acompanhadas por frases poéticas sobre o vinho em português, inglês, espanhol e francês, ampliando o diálogo entre culturas e sensibilidades.

Este é um universo onde o vinho é transformado em arte — com sofisticação, emoção e inovação estética. Nas palavras do criador: “Imagens que bebem da essência do vinho, revelando histórias entre tintos, brancos e olhares. Um brinde à arte que enche a taça da vida.”

Sobre o CCPS

O Centro Cultural Penedo da Saudade foi criado em 2019, no âmbito do projeto cultural do Instituto Politécnico de Coimbra, Portugal. Conta com uma programação diversificada, com destaque para exposições, concertos, palestras, filmes, peças de teatro e oficinas temáticas.

Visitas podem ser feitas de terça-feira a sexta-feira, das 15h00 às 20h00, e ao fim-de-semana das 15h00 às 19h00, com entrada livre.

Sobre a prova de vinhos

A sessão inclui uma prova de vinhos da marca Rosé Quadrivium da Fundação ADFP, um vinho que simboliza arte, solidariedade e território. O vinho Rosé Quadrivium foi criado pelo enólogo convidado Igor Lima no âmbito da II Residência Artística de Enólogos da Fundação ADFP. A residência teve como objetivo promover a criatividade, a partilha de conhecimento e a valorização do vinho como expressão cultural e social, unindo enólogos de diferentes origens ao projeto inclusivo da Fundação.

Sobre o criador da exposição

Wagner Merije é um artista multimédia com cidadania brasileira e portuguesa, cujas criações transcendem fronteiras e disciplinas. Doutorado em Letras pela Universidade de Coimbra, integra nas suas obras as artes visuais, a literatura, a música, o cinema, a fotografia, a dança e o teatro, criando experiências sensoriais que desafiam os limites tradicionais da arte.

Ao longo da sua trajetória, Merije participou em exposições e projectos culturais em diversos países — incluindo o Brasil, Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Estados Unidos, Formosa e outros — destacando-se no panorama da arte contemporânea. As suas criações encontram-se em colecções particulares e têm sido reconhecidas pela capacidade de provocar reflexão e emoção.

Para além do trabalho artístico, Merije é escritor e editor de diversas obras literárias, incluindo títulos de sua autoria como Torpedos (2012), Mobimento – Educação e Comunicação Mobile (2012), finalista do Prémio Jabuti, Cidade em Transe (2015), Sol do Novo Mundo (2022) e Um Furacão em Lisboa (2025), entre outros. É também conhecido pelas suas colaborações em projectos colectivos como Coimbra em Palavras (2018), Coimbra em Imagens (2019) e São Paulo em Palavras (2017), que exploram as múltiplas facetas das cidades e das suas culturas.

Nas suas exposições, Merije transforma objectos do quotidiano em obras de arte imersivas, convidando o público a viver uma experiência sensorial única. A sua abordagem inovadora e sensível à estética e à emoção torna cada peça uma janela para novas percepções e interpretações.

Todas as obras estão disponíveis para aquisição.
Mais informações através do e-mail: artbloxtone@gmail.com

Conheça o trabalho visual do autor em Fotografia e arte de Wagner Merije

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Exílios, Diásporas, Odisseias – mostra virtual de arte por Wagner Merije


26 set

A arte nasce quando já não cabemos em lugar nenhum.
Exílios: o silêncio do que fica para trás, o eco das ausências que insistem em falar.
Diásporas: raízes que se espalham, sementes lançadas ao vento, a multiplicação do um em muitos.
Odisseias: a travessia sem mapas, o gesto de seguir, ainda que não se saiba aonde.

Cada imagem aqui apresentada é um convite a atravessar fronteiras — visíveis ou invisíveis, geográficas ou íntimas. A arte de Wagner Merije não se contenta em ilustrar o mundo: ela abre fissuras, questiona pertenças, revela deslocamentos.

As imagens de Wagner Merije não contam histórias lineares — são fragmentos, pulsações, miragens. Cada cor é uma fronteira desfeita, cada forma é uma memória em fuga, cada composição é uma pergunta lançada ao mundo.

Aqui, não há destino fixo, mas caminhos que se abrem. Não há identidade rígida, mas rostos que se reinventam. Não há pátria única, mas universos em diálogo.

Nesta mostra, cada criação é ao mesmo tempo documento e invenção, espelho e provocação. O espectador é instigado a mergulhar em camadas de sentidos, onde o deslocamento deixa de ser apenas dor e se converte em possibilidade de encontro, de diálogo, de futuro.

A arte torna-se então um território sem fronteiras, onde a pluralidade encontra morada e a imaginação traça novos mapas.

Como afirma o próprio Merije: “minha arte fazer parte, minha parte fazer arte.”

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Flamingos – Mostra Virtual de Arte por Wagner Merije


13 ago

Erguidos sobre pernas delicadas, em equilíbrio entre o céu e a água, os flamingos carregam o silêncio dos manguezais e a dança das marés. São aves que parecem inventadas pela imaginação: rosas como o pôr do sol, altivas como esculturas vivas, frágeis e, ao mesmo tempo, resistentes como a própria natureza.

Nas criações de Wagner Merije, o flamingo é mais do que um animal raro — é símbolo de metamorfose, de beleza improvável, de existência que desafia o banal. Cada imagem é convite a pensar sobre a graça no desajuste, sobre a harmonia nas assimetrias, sobre a poesia escondida nas cores do mundo.

Aqui, a arte espelha a vida: delicada, estranha, surpreendente. E convida-nos a mergulhar em diálogos que atravessam fronteiras, fundindo natureza e imaginação, sonho e realidade.

No encontro entre o olhar do artista e o voo dos flamingos, descobre-se um território onde habita a possibilidade do encantamento.

Como afirma Merije: “minha arte fazer parte, minha parte fazer arte.”

Esta mostra é um voo de cores e sentidos, uma travessia poética onde cada flamingo se torna metáfora de nós mesmos — seres em busca de equilíbrio, beleza e liberdade.

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Wagner Merije no Festival Rocketmen 2025: Literatura e Travessias nas Órbitas da Imaginação


24 jul

No dia 24 de julho, às 18h30, Wagner Merije estará ao lado de Hélder Grau Santos no Festival Rocketmen 25 – Cenários Lunares, no charmoso espaço Pinga Amor, em Coimbra, para uma conversa envolvente sobre literatura, arte e o poder da criação.

Na ocasião, Merije apresentará o seu mais recente romance, Um Furacão em Lisboa, uma obra vibrante que mistura música, paixão, cultura pop e reinvenção pessoal, tendo como cenário a capital portuguesa. O livro já vem gerando entusiasmo por sua abordagem original, que costura ficção e realidade em ritmo de playlist emocional — com Madonna como figura simbólica e Lisboa como protagonista.

Além disso, o autor partilhará sua experiência na residência artístico-literária que deu origem ao livro Travessias, uma coletânea de textos criada a partir de vivências imersivas na região centro de Portugal, resultado de encontros com comunidades locais, paisagens e afetos.

A conversa será moderada por Paulo Branco Lima e integra a programação do festival que celebra a cultura, a imaginação e os cruzamentos criativos entre linguagens.

Entrada livre
Local: Pinga Amor – Coimbra
Data: 24 de julho de 2025
Horário: 18h30
Com: Wagner Merije + Hélder Grau Santos
Conversa moderada por Paulo Branco Lima

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Um Furacão em Lisboa chega ao Festival da Lusofonia


03 jun

O escritor, jornalista e criador multimédia Wagner Merije marca presença no VI Festival Sons, Saberes e Sabores da Lusofonia, que se realiza no Terreiro da Erva, em Coimbra.

Nesta edição do festival, que celebra a riqueza e diversidade das culturas lusófonas através da gastronomia, da música, da dança, da moda e da literatura, Wagner Merije será um dos destaques do segmento literário com a apresentação do seu mais recente romance: Um Furacão em Lisboa.

Um Furacão em Lisboa é uma narrativa intensa e provocadora, onde a paixão, a arte e a liberdade se cruzam na vibrante capital portuguesa, envolvendo leitores numa trama repleta de desejo, crítica social e força poética.

Além do lançamento, o momento será também uma celebração da literatura como ponto de encontro entre culturas, afetos e identidades. Merije reafirma, com este trabalho, o seu compromisso com uma escrita de fronteiras abertas, capaz de tocar múltiplos territórios — geográficos, emocionais e simbólicos.

Um Furacão em Lisboa – saiba mais em Um Furacão em Lisboa

Encomendas: faleaquarela@gmail.com

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No mundo de Freud – Mostra Virtual de Arte por Wagner Merije


20 maio

Entrar neste mundo é atravessar a porta do inconsciente. As imagens criadas por Wagner Merije convidam a explorar territórios onde razão e sonho se entrelaçam, onde o que é recalcado encontra forma e cor. Aqui, o olhar não se limita ao visível — ele mergulha nas profundezas da psique, nas zonas de sombra que habitam cada um de nós.

As obras não ilustram Freud, mas dialogam com ele: revelam desejos ocultos, memórias fragmentadas, pulsões que insistem em permanecer vivas. Cada composição é um espelho quebrado que, ao refletir-nos, devolve mais perguntas do que respostas.

É arte que inquieta, que provoca, que convida à introspeção e ao confronto com aquilo que não ousamos nomear. Entre surrealismo, símbolos e fragmentos, abre-se um campo de forças onde estética e psicanálise se encontram.

Esta mostra é uma viagem interior, um mergulho nas águas turvas do inconsciente, onde cada imagem se converte em chave para decifrar os enigmas da alma.

Como afirma Merije: minha arte fazer parte, minha parte fazer arte.

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Merije

Vlog do Wagner Merije


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