
Poesia
Ave de barro
Plumas de terra
Aventura Ritual
Formas etéreas
Olhos em poros
Poesia
Voz flamejante
De tudo que existe em nós

Poesia
Ave de barro
Plumas de terra
Aventura Ritual
Formas etéreas
Olhos em poros
Poesia
Voz flamejante
De tudo que existe em nós

No Dia Nacional da Poesia, uma homenagem a um poeta cosmogônico da imagem, Francisco Brennand
Sonho é grão de areia,
A estrada cheia de pedras,
Maiores e menores grãos de areia.
Terra, poeira, chuva, barro,
As coisas se misturam.
Caminho com prazer,
Tiro os sapatos,
Experimento areia, pedra, barro.
Quero chegar, mas sou caminho.
Vou chegar, devagarinho.
Chegar com as mãos abertas,
Sinal de amor, respeito por isso tudo.
Do barro viemos,
Ao barro me lanço.
Sou parte, pó, pedaço, escultura, cangaço, franco.
Sou barro, tijolo, telha, caco, cerâmica, obra.
Acha o barro, pega o barro, acolhe o barro, aperta o barro, molda o barro.
Eis o templo.
Barro, templo, tempo.
Me convidaram para tocar na Virada Cultural Paulista, em Sorocaba.
Topei!!! Ainda mais para tocar com Os Paralamas do Sucesso!!!
É show!!
Vamos?

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