A sociedade na encruzilhada tem dificuldade de saber para onde seguir. A natureza se rebela. A política apodrece. Novas tecnologias surgem e revolucionam a comunicação. É hora de promover a transição de um ser receptor passivo de conteúdos para um produtor de conhecimento. Hardware. Software. PEOPLEWARE.
4º Musicvideo do/from album “Peopleware”
Roteiro e Direção/Screenplay & Direction: Merije
Montagem e finalização/Editing: George Neri
Grafittis & images: Crânio
Letra/Lyrics:
Quem é que fala pelos independentes?
Quem é que representa as minorias?
Quem é que resolve pela gente?
Pra deixar tanta gente de mãos vazias?
Quem é que fala pelos que não têm um puto?
Quem é que festeja o Produto Interno Bruto?
Quem é que acredita e se articula?
Quem é que investe em educação e cultura?
Tem gente que empreende
Tem gente que surpreende
Tem gente que está passos à frente
E não se rende!
Tem gente que faz diferença
Tem gente que usa a intuição
Tem gente que inventa
Tem gente que é evolução
Se você não está dando o melhor de si neste mundo,
Para que mundo está se guardando?
PEOPLEWARE
EN CADA BARRÍO REVOLUCION
Quem somos se não somos úteis para os outros?
Quem somos, se somamos tão pouco?
Quem é que fomos, se sonhamos como loucos?
Quem somos se não somos importantes para o outro?
Quem é que fala pelos independentes?
Quem é que representa as minorias?
Quem é que resolve pela gente?
Pra deixar tanta gente de mãos vazias?
Tem gente que faz diferença
Tem gente que usa a intuição
Tem gente que inventa
Tem gente que é evolução
Se você não está dando o melhor de si neste mundo,
Para que mundo está se guardando?
PEOPLEWARE
EN CADA BARRÍO REVOLUCION
Quem somos se não somos úteis para os outros?
Quem somos, se somamos tão pouco?
Quem é que fomos, se sonhamos como loucos?
Quem somos se não somos importantes para o outro?
PEOPLEWARE, PEOPLEWARE
EN CADA BARRÍO REVOLUCION


Visto uma camisa do Vietnan trazida pelo amigo Oda Scatolini (do site www.discolado.com.br) diretamente de lá.


Em 1999, quando trabalhava para a Revista Palavra, do Ziraldo, tive a honra e a alegria de passar um dia inteiro na companhia de Brennand, só eu e ele conversando sobre arte para uma matéria na revista, em seu ateliê em Recife, na bela propriedade que hoje virou uma espécie de museu.
Tá com pouco tempo? Fique ligado, que o monstro das horas está solto! 






