Virou disco as parcerias com o amigo pianista e produtor Jamphel D.


Francisco Brennand é um artista pernambucano, pintor, ceramista, escultor. Por sua magnífica obra e por sua longa estrada (nasceu em Recife, 11 de junho de 1927) pode ser considerado um dos grandes artistas brasileiros vivo.
Em 1999, quando trabalhava para a Revista Palavra, do Ziraldo, tive a honra e a alegria de passar um dia inteiro na companhia de Brennand, só eu e ele conversando sobre arte para uma matéria na revista, em seu ateliê em Recife, na bela propriedade que hoje virou uma espécie de museu.
Pode ser por vento ou por esquecimento
Se você perder a voz antes de chegar à foz
Se você perder o tempo e no contratempo
O você em nós se enroscar em nós
É melhor gritar, mesmo sem esperar
Que a voz do fundo diga tudo
Muita gente não consegue escutar
No silêncio os dizeres do mundo
Se você perder a voz e isto pode acontecer
Espero que você não deixe de se interrogar
Por que todo homem não pode ser
Tudo aquilo que julgar ser?
Se você perder a voz, grite
O mais alto que puder prá gente ouvir
Quem tem o que falar, insiste
Mesmo a mudez não pode mentir
Do livro “Turnê do Encantamento”, de Wagner Merije
Vlog do Wagner Merije