
Seu Jorge, Jorge Du Peixe (Nação Zumbi), Merije, Jorge Mautner
Rio de Janeiro, Jardim Botânico – 1999

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“Se as gravadoras não levam meu trabalho para as rádios, se ele não toca em nenhum lugar, para que eu faço música? Não tive e nem vou ter nenhum retorno financeiro com minha obra, mas meu prazer, minha alegria, continua sendo tocar. Por isso, as minhas músicas eu quero mais é que sejam pirateadas. Quero mais é que as pessoas toquem, ouçam, a conheçam. E pra mim, quem reclama da pirataria é quem faz música apenas para vender. Meu valor não são as notas de dinheiro. São as notas musicais” (Hermeto Pascoal)
2014 vai ser um ano para cantar! Cantar! Poeticamente falando, eu quero é cantar!
2013 me premiou com o “Prêmio da Música Brasileira” (com Raul de Souza) e o “Prêmio Jabuti de Literatura” (finalista), entre outros.
Tô feliz e contente esperando por 2014
2013 gave me prizes like “Prêmio da Música Brasileira” (with Raul de Souza) and “Prêmio Jabuti de Literatura” (finalist), among others.
I’m very happy and waiting for 2014


Roma
Pés nas ruínas, sem rumo
Por entre os vão da história
Histórica Roma
De pés no chão
Te encontro
Na Fontana de Trevi
Trevo de amores
Sem eira nem beira
Nem prumo
Seguindo o fluxo
Para dar de frente, de peito
Com o Coliseum de Roma
O coração sai do leito
Im ou perfeito?
O caminho pelo mundo
No caminhar eu fundo
Passo a passo
Atravesso o Circo Massimo
Com muito respeito
Como guerreiro
Estreita ligação
E uma ligação em um celular perdido ali me faz lembrar
Que meus ancestrais eram carnívoros
E se eu não correr
Os leõs vêm me comer

Foto: Merije

Foto: Merije

Foto: Merije

Foto: Merije

Foto: Merije

Foto: Merije

Foto: Merije

Foto: Merije

Foto: Merije

Foto: Merije

Conserto K – arranjos para voz em estado de amor
A performance de poesia biosonora Conserto K – arranjos para a voz em estado de amor – é uma experiência poética hibrida, tendo a poesia como origem em diálogo com o corpo e o espaço. O poeta e performer Wilmar Silva de Andrade, criador da “POESIA BIOSONORA”, com apresentações realizadas no Brasil e no exterior, e a poeta e ensaísta Bianka de Andrade Silva, mestranda em Teoria da Literatura pela UFMG, apresentam um trabalho inédito, com poemas dos próprios autores, além de surpresas para um público interessado em poesia de invenção.
Wilmar Silva de Andrade e Bianka de Andrade Silva em Conserto K mostram ao vivo a poesia como a essência da língua falada por todos os seres humanos, a língua do coração. O público será acometido por uma atmosfera ao mesmo tempo lírica, eufórica e perturbadora nesse espetáculo com marcas sonoras e visuais de vanguarda da body art e pop art, mas, essencialmente, com a marca do mais ávido desejo que pulsa nos seres humanos: o amor, deus primordial da vida.
Wilmar Silva de Andrade e Bianka de Andrade Silva em Conserto K – performance de poesia biosonora, arranjos para a voz em estado de amor
35 minutos de emoção
Wilmar Silva de Andrade, Rio Paranaíba, Minas Gerais, Brasil, 30 de abril de 1965. Poeta, performer, editor, curador, artista visual e sonoro. Ensaísta/criador/curador do projeto de pesquisa de poesia de línguas neolatinas Portuguesia: Minas entre os povos da mesma língua, antropologia de uma poética (Anome Livros/MG/Brasil, 2009), contraantologia em livrodvd com 101 poetas de Portugal, Guiné-Bissau, Cabo Verde, Brasil (Minas Gerais). Fundador/editor da Anome Livros, prêmio Jabuti/2009. Criador/curador do Encontro Internacional de Leitura, Vivência e Memória de Poesia Terças Poéticas (Palácio das Artes/Belo Horizonte/MG/Brasil). Diretor/roteirista/apresentador do programa de poesia Tropofonia (Prêmio Roquette-Pinto/2010), rádio educativa 104,5 UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais). Poesia traduzida e publicada em espanhol, inglês, francês, italiano, alemão, finlandês, húngaro. Criador/ecoperformer da Poesia Biosonora, apresentada no Brasil e Américas, Europa e África.
Bianka de Andrade Silva é natural de Desterro de Entre Rios, Minas Gerais, Brasil, 18 de setembro de 1985. Poeta e ensaísta. É graduada em Letras, mestranda em Teoria da Literatura e professora da FALE/UFMG pelo programa Capes/Demanda Social de formação docente. Tem poemas publicados em revistas literárias digitais. Em meios impressos, estreia em 2013 com o livro de poesia Desejada Dor (Anome Livros), aclamado como uma revelação da poesia brasileira contemporânea por críticos e escritores brasileiros e estrangeiros.
No rastro da música e da lua
Meu corpo se compadecia

Foto: Merije

Foto: Merije

Foto: Merije

Foto: Merije

Foto: Merije
Ensaio poético-visual
Texto e fotos: Merije
Grafitti: Kobra (probably)
A partir de Paulo Freire: ” (…) não estou no mundo para simplesmente a ele me adaptar, mas para transformá-lo… não é possível mudá-lo sem um certo sonho ou projeto de mundo; Devo usar toda possibilidade que tenho para não apenas falar de minha utopia, mas participar de práticas com ela coerentes (…)”

No cactus cromo-tecnológico tirando poesia das máquinas
Festival Visual Brasil – Barcelona, Espanha, 2012
Foto: Bia Ferrer

Foi com os livros que eu comecei a viajar… e a viagem continua… na livraria Cultura, em São Paulo, com o livro “Mobimento“, finalista do Prêmio Jabuti 2013
Foto: Roberta Scatolini
Vlog do Wagner Merije