Sarau do Memorial com Wilmar Silva de Andrade e Bianka de Andrade Silva

12 dez

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Conserto K – arranjos para voz em estado de amor

A performance de poesia biosonora Conserto K – arranjos para a voz em estado de amor – é uma experiência poética hibrida, tendo a poesia como origem em diálogo com o corpo e o espaço. O poeta e performer Wilmar Silva de Andrade, criador da “POESIA BIOSONORA”, com apresentações realizadas no Brasil e no exterior, e a poeta e ensaísta Bianka de Andrade Silva, mestranda em Teoria da Literatura pela UFMG, apresentam um trabalho inédito, com poemas dos próprios autores, além de surpresas para um público interessado em poesia de invenção.

Wilmar Silva de Andrade e Bianka de Andrade Silva em Conserto K mostram ao vivo a poesia como a essência da língua falada por todos os seres humanos, a língua do coração. O público será acometido por uma atmosfera ao mesmo tempo lírica, eufórica e perturbadora nesse espetáculo com marcas sonoras e visuais de vanguarda da body art e pop art, mas, essencialmente, com a marca do mais ávido desejo que pulsa nos seres humanos: o amor, deus primordial da vida.

Wilmar Silva de Andrade e Bianka de Andrade Silva em Conserto K – performance de poesia biosonora, arranjos para a voz em estado de amor

35 minutos de emoção

Wilmar Silva de Andrade, Rio Paranaíba, Minas Gerais, Brasil, 30 de abril de 1965. Poeta, performer, editor, curador, artista visual e sonoro. Ensaísta/criador/curador do projeto de pesquisa de poesia de línguas neolatinas Portuguesia: Minas entre os povos da mesma língua, antropologia de uma poética (Anome Livros/MG/Brasil, 2009), contraantologia em livrodvd com 101 poetas de Portugal, Guiné-Bissau, Cabo Verde, Brasil (Minas Gerais). Fundador/editor da Anome Livros, prêmio Jabuti/2009. Criador/curador do Encontro Internacional de Leitura, Vivência e Memória de Poesia Terças Poéticas (Palácio das Artes/Belo Horizonte/MG/Brasil). Diretor/roteirista/apresentador do programa de poesia Tropofonia (Prêmio Roquette-Pinto/2010), rádio educativa 104,5 UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais). Poesia traduzida e publicada em espanhol, inglês, francês, italiano, alemão, finlandês, húngaro. Criador/ecoperformer da Poesia Biosonora, apresentada no Brasil e Américas, Europa e África.

Bianka de Andrade Silva é natural de Desterro de Entre Rios, Minas Gerais, Brasil, 18 de setembro de 1985. Poeta e ensaísta. É graduada em Letras, mestranda em Teoria da Literatura e professora da FALE/UFMG pelo programa Capes/Demanda Social de formação docente. Tem poemas publicados em revistas literárias digitais. Em meios impressos, estreia em 2013 com o livro de poesia Desejada Dor (Anome Livros), aclamado como uma revelação da poesia brasileira contemporânea por críticos e escritores brasileiros e estrangeiros.

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Concerto do corpo (1)

11 dez

No rastro da música e da lua
Meu corpo se compadecia

Foto: Merije

Foto: Merije


Pilatus não!
Pilates, para ficar elastic!
E eis que hoje
Dou voltas no meu corpo
Foto: Merije

Foto: Merije


E ponho a banda para tocar
O maior bike and roll
Foto: Merije

Foto: Merije


E chamo os amigos para dançar
E chamo os amigos para tocar
Foto: Merije

Foto: Merije


O corpo é espantalho
Palhaço às vezes
Foto: Merije

Foto: Merije

Ensaio poético-visual
Texto e fotos: Merije
Grafitti: Kobra (probably)

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No cactus cromo-tecnológico tirando poesia das máquinas

10 dez

A partir de Paulo Freire: ” (…) não estou no mundo para simplesmente a ele me adaptar, mas para transformá-lo… não é possível mudá-lo sem um certo sonho ou projeto de mundo; Devo usar toda possibilidade que tenho para não apenas falar de minha utopia, mas participar de práticas com ela coerentes (…)”

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No cactus cromo-tecnológico tirando poesia das máquinas
Festival Visual Brasil – Barcelona, Espanha, 2012
Foto: Bia Ferrer

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Foi com os livros que eu comecei a viajar

07 dez

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Foi com os livros que eu comecei a viajar… e a viagem continua… na livraria Cultura, em São Paulo, com o livro “Mobimento“, finalista do Prêmio Jabuti 2013

Foto: Roberta Scatolini

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É fantástico

03 dez

Tenho cerca de 50 músicas registradas na UBC (União Brasileira de Compositores) e gravadas por artistas como Marku Ribas, Reco Bastos, The Paula, Coletivo Universal, Kiko Klaus, Aline Calixto, Pipo Pegoraro, Raul de Souza, Vanessa Farias, Kícila Sá, Juliano Mourão, Julia Ribas, além de por mim mesmo, nos meus discos.

Acontece que uma delas vem se tornando, digamos, “mais famosa”: o título é “Mil Maravilhas“.
É uma música de amor diferente, eletrônica brasileira, suingada, compasso 6/4, que criei para um projeto “erótico” de DVD que nunca saiu.

Primeiro ela foi escolhida para entrar no documentário “Beyond Ipanema“, fazendo fundo para Tom Zé falar sobre a música brasileira no mundo. O doc. então virou série de 13 episódios no Canal Brasil.

Recentemente ela foi fazer bonito no “Fantástico”, da Rede Globo, no quadro “Mago da Cozinha”, com o chef Felipe Bronze.
Toda vez que o convidado do chef provava e aprovava uma de suas receitas, tocava “Mil Maravilhas” como o “som da aprovação!”
Prove uma carne de sol com mandioca e outras especiarias
Prove também um bom churrasco
É fantástico ter uma música minha no programa de maior audiência da tv brasileira, junto com comidas gostosas feitas por um chef talentoso!

Que essa música (e outras) voem muito por aí! Para o alto e avante!

Ah: tem a “Liga Lize (para refletir sobre a verdade)” que está na coletânea da Smoking Black.

Tem a “Deus criou o beat (God created the beat)” que está na programação das MTVs Brasil, UK, Asia e Austrália, no VH1 e em outros canais de televisão.

Tem a “Chao & Pigalle” que está na coletânea “Delicadencia”

Ouça essas e outras aqui, no Merije’s Player

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Sarau do Memorial com João Diniz e convidados

20 nov

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…… O arquiteto João Diniz apresenta a performance multimídia ‘Cidades Visíveis’ no projeto Sarau do Memorial no Memorial Minas Gerais Vale em Belo Horizonte, no domingo 24 de novembro em duas seções às 11:00 e 13:hs.
A performance que une poesia, fotografia, vídeo e música, acontece para marcar o lançamento do novo livro de João Diniz o ‘Visible Cities’ que é um relato em fotografia e texto poético de 14 cidades por ele visitadas no Brasil, América do Norte e Europa (ou sejam: Paris, Nova Iorque, Rio de Janeiro, Lisboa, Montreal, Cracóvia, São Paulo, Roma, Varsóvia, Barcelona, Brasília, Sofia, Miami e Gdansk).
A apresentação contará com a presença de João Diniz que fará leitura de textos do livro junto com a jornalista Daniella Zupo, serão também apresentadas fotografias da edição e sons compostos pelo autor. A projeção das imagens ficará por conta de Renata da Matta e Isabel Diniz e a curadoria do projeto Sarau do Memorial é de Wagner Merije.
Este trabalho propõe um diálogo com o conhecido livro ‘Cidades Invisíveis’ de ítalo Calvino onde este autor italiano descreve cidades inexistentes e imaginárias e pode também ser entendido como uma abordagem possível de ser feita por qualquer pessoa que queira interagir com cidades e espaços diversos. Desta forma a performance e a edição podem ser entendidas como um ‘procedimento itinerante’, uma proposta aberta e interativa.
O livro é uma edição bilíngüe (português/inglês) de 420 páginas com fotografias, textos e projeto gráfico do autor, tradução e tratamento de imagens de Luiza Ananias (bolsista Fumec) e colaboração de Carolina Araújo (bolsista Fumec) e Isabel Diniz. Textos do posfácio por Marcílio Gazzinelli, Fábio de Carvalho, Carminha Macedo, Marcelo Xavier e Álvaro Gentil. Edição da transBooks, apoio do programa Propic da Universidade Fumec e pode ser visualizado na íntegra e adquirido no link http://br.blurb.com/b/4425225-visible-cities

Serviço:

– Evento: João Diniz no Sarau do Memorial com Daniella Zupo, Renata da Matta e Isabel Diniz
– Local: Memorial Minas Gerais Vale
– Endereço: Praça da Liberdade, s/nº, esquina com Rua Gonçalves Dias
– Horário:11:00hs e 13:00hs (duas apresentações)
– Data: 24/11/13, domingo
– Preço: Entrada franca

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Coletivo Universal style

13 nov

Kícila Sá, a mais nova integrante do estelar Coletivo Universal, mostrou que tem estilo. E muito!
Confira as fotos com as novas camisetas do Coletivo.

E ouça a musicona que ela gravou

Coletivo Universal style 1_Kícila Sá

Coletivo Universal style 2_Kícila Sá

Coletivo Universal style 3_Kícila Sá

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Cada um é parte do coletivo (Each one is part of the collective)

12 nov

CADA UM É PARTE DO COLETIVO – Isso vale na música, no dia-a-dia, no condomínio… E é o que quis dizer nessa letra poética, cantada sobre um violão de praia, solto… O clipe é uma viagem, uma colagem de imagens, com a participação de amigos muito especiais como Pipo Pegoraro, Rodrigo Guimarães, Roberta Scatolini, Ricardo Vj Eletroiman, Tata Fernandes, Daniel Guadalupe, Vanessa Farias, Gil Duarte, David Bemfica, Diogo Regis, George Neri, Túlio Robles, Walda Araujo, Valquiria Araujo, Julia Laniado. Contém imagens de shows em Barcelona, Roma, Havana…

Acompanhe a letra e cante junto/ Check out the lyrics and sing along:

Os amigos, amigas, a família,

A galera do trabalho e da facul

O time, a turma e a cia

A tribo, a gangue e a crew

O cara que vai pegar o táxi

A moça que vai receber a flor

O professora que faz arte

O padre, o juiz e o doutor

A dona que trabalha em casa

O porteiro do elevador

A gatinha que quer ser modelo

O tigrão que quer ser ator

As árvores, flores e bichos

Seres de outros planetas

Todo mundo que estiver comigo

Até Romeu e Julieta

Cada um é parte do coletivo

Levanta a mão quem está vivo – 4x

Passagem

O Pipo, Rodrigo, a Roberta

O Dani, o Rick e o Caetano

A Tata, o David e o Toddy

Os brothers e os manos

A bonita, o feio e o gordinho

Homem, menina ou mulher

Romário, Pelé ou Ronaldinho

Quem está sentado ou de pé

Cada um é parte do coletivo

Levanta a mão quem está vivo – 4x

Passagem

Cada um é parte do coletivo

Levanta a mão quem está vivo – 4x

“Essa é prá balançar todo mundo que acredita que no poder do coletivo, no poder da união, no poder de trabalhar junto em prol de um pais melhor, em prol de um planeta melhor.
E essa também é para quem pensou que a gente estava dormindo. A gente está de pé, de pé e com muita fé.”

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Raul de Souza – Alma do Rio / Soul of Rio

05 nov

Raul de Souza havia tocado no Copacabana Palace em 1956, quando tinha 22 anos, no baile do Maestro Copinha.
57 anos depois ele voltou como estrela do 6º CopaFest.
E ele veio e mostrou toda a sua estrela e fez um show inesquecível.
Confira alguns momentos de Raul no Rio.

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O chapéu do Chacrinha

25 out

Encontrei essa foto do Chacrinha vestindo um chapéu feito com a bandeira de Minas Gerais e acabou dando poesia:

O chapéu do Chacrinha

………

Minas Gerais tá na cabeça
Tá na cabeça do Chacrinha
Toda solta na avenida
No carnaval desinibida
Tropicalista, zenbudista
De vermelho e branco
Minas Gerais vai desfilando
Na cabeça do Chacrinha
Minas Gerais tá na cabeça
Tá na cabeça do Chacrinha
Doida para pirar
Achando que hoje é carnaval
Paranormal, suprasensorial
O tempo vai passando
Minas Gerais vai desbundando
Na cabeça do Chacrinha

Subversiva mãe de ferro
De tetas fartas
De noites longas e dias úteis
A mim não basta
Quero cantar-te nos meus versos
Deusa lunática
Faz meu fogo (fátuo) minha arte
Dança no cemitério
Enquanto estás viva
Muito viva enquanto gozastes
De tudo que a todos oferece
Põe teus seios na minha cesta
A ti a vida e o vinho eu ofereça
Vem, vem cantar-te nos meus braços
Te quero inteira furacão sem avisar
Inunda, se solta, goza, deixa gritar

Me prende entre mistérios gozosos
Abre seus secretos universos gostosos
Minas Gerais tá na cabeça
Tá na cabeça do Chacrinha

Publicada no livro “Viagem a Minas Gerais”

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Merije

Vlog do Wagner Merije


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