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Disputado Jabuti


17 out

Na categoria “Educação” do Prêmio Jabuti 2013, 21 livros ficaram entre os 10 finalistas.
Veja bem: 21 livros, disputando milésimos de pontos, foram eleitos pelos jurados para representar os “10” finalistas dessa disputada categoria.
Alguns trabalhos são coletâneas de artigos e estudos, envolvendo a colaboração de vários autores.
Simplesmente a categoria mais disputada deste Jabuti, dentre as 27.
Isso sem contar que foram inscritos 2.107 livros na 55ª Edição do Prêmio Jabuti, a mais importante premiação editorial do país.

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Enquanto autor “estreante”, ainda mais em uma categoria que não é a minha de origem, me sinto honradíssimo de ter concorrido com esses ilustres autores, estudiosos e educadores:

1º – Interações – Josca Ailine Baroukh (coord.), Maria Cristina Alves (org.) – Editora Edgard Blucher

2º – Práticas pedagógicas em ALFABETIZAÇÃO: espaço, tempo e corporeidade – Luciana Piccoli e Patrícia Camini – Edelbra Editora

2º – Temas de pedagogia – diálogos entre didática e currículo – José Carlos Libâneo e Nilda Alves – Cortez Editora

2º – Série Educação – Didática Geral – Bruno Taranto Malheiros – GEN | Grupo Editorial Nacional

2º – Comunidades de Aprendizagem: outra escola é possível – Roseli Rodrigues de Mello, Fabiana Marini Braga e Vanessa Gabassa – Editora da Universidade Federal de São Carlos

3º – Metodologia do ensino de filosofia: Uma didática para o ensino médio – Sílvio Gallo – EDITORA PAPIRUS

4º – Educação e meio ambiente Uma relação Intrínseca – Daniel Luzzi – Editora Manole

5º – Criatividade Brasileira Gastronomia, Design, Moda – Andréa Naccache – Editora Manole

5º – Mediação da aprendizagem na educação especial – gislaine coimbra budel e marcos meier – Editora Ibpex

5º – Escrita nas séries iniciais – Elizabeth Baldi – EDITORA PROJETO

5º – PLANEJAMENTO DE ENSINO E AVALIAÇÃO DO RENDIMENTO ESCOLAR-PEARE – SENAI-SP – SESI SENAI

5º – O Caráter educativo do movimento indígena brasileiro (1970-1990) – DANIEL MUNDURUKU – EDITORA PAULINAS

5º – Série Educação – Sociologia da Educação – Sílvia Marques – GEN | Grupo Editorial Nacional

5º – CANÇÃO POPULAR BRASILEIRA E ENSINO DE HISTÓRIA: PALAVRAS, SONS E TANTOS SENTIDOS – MIRIAM HERMETO – AUTÊNTICA EDITORA

5º – Poesia infantil e juvenil brasileira – Vera Teixeira de Aguiar E João Luís Ceccantini – Cultura Acadêmica Editora e Núcleo Editorial Proleitura

5º – Manual de reflexões sobre boas práticas de leitura – Gilda Carvalho, Daniela B. Versiani e Eliana Yunes – Editora Unesp

6º – Educação Escolar Indígena do Rio Negro 1998-2011 – Flora Dias Cabalzar (org.) – Instituto Socioambiental

7º – Educação nos terreiros e como a escola se relaciona com as crianças de candomblé – Stela Guedes Caputo – Pallas Editora

8º – ARTE EM QUESTÕES – Isabel A. Marques e Fábio Brazil – digitexto

9º – Sistema de Escrita Alfabética – Artur Gomes de Morais – EDITORA Melhoramentos

10º – Mobimento: Educação e Comunicação Mobile – Wagner Merije – Editora Peirópolis

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E depois de muita torcida e de ver o Jabuti 2013 bater asas, parabenizo aos que mais pontos obtiveram nessa honrosa disputa, que certamente merecem o destaque (e a leitura de seus livros):

1º – Série Educação – Didática Geral – Bruno Taranto Malheiros – GEN | Grupo Editorial Nacional

2º – Comunidades de Aprendizagem: outra escola é possível – Roseli Rodrigues de Mello, Fabiana Marini Braga e Vanessa Gabassa – Editora da Universidade Federal de São Carlos

3º – Metodologia do ensino de filosofia: Uma didática para o ensino médio – Sílvio Gallo – EDITORA PAPIRUS

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… … …
A todos os que estiveram nessa delirante e letrada torcida, agradeço e prometo arriscar mais, ler muito, gastar minhas horas vagas e vãs nas bibliotecas do mundo, para quem sabe, um dia desses, com muita humildade, eu possa levantar esse caneco, digo, esse jabuti.

Aproveito para pedir a benção a todos os vitoriosos, em todas as categorias, especialmente ao meu padrinho, Vinicius de Moraes, tão próximo de chegar a seu centenário, e ainda me inspirando a escrever, escrever, escrever… sem parar!!!

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#Mobimento


16 out

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Olha a onda… Keep on movin’… mantenha o #mobimento
Foto-montagem feita por Bruno Albyran, da Viva Livraria e Editora (Maceió), que indicou o livro para ser adotado em algunas turmas de graduação da Universidade Federal de Alagoas (Ufal)

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Mundo Mobile no Programa “Online”


16 out

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O programa Online dessa quarta-feira, 16/10/13, está show! Para bater um papo e falar sobre O MUNDO MOBILE, a apresentadora Claudia Carla irá receber no programa a polêmica atriz e modelo, Vanessa Fontana, a apresentadora da RBTV, Nani Venâncio, o apresentador da All TV, Janderson Rios e o idealizador e gestor do projeto Minha Vida Mobile, Wagner Merije, vulgo eu.
Além disso, o repórter Mauricio Mauzix irá levar você para uma viagem encantadora rumo a Londres, no quadro Por aí a fora.
O programa Online é exibido a partir das 22h00 na RBTV, e você pode interagir AO VIVO com a apresentadora e os convidados através do twitter oficial (@onlinenatv), da fan page no Facebook (Online) e pelo Skype (online_rbtv).

Você pode sintonizar a Rede Brasil através da GTV – canal 248, Oi TV – canal 139, Vivo TV – canal 237, Claro TV – canal 133, SKY – canal 175, CTBC – canal 714 e simultaneamente pelo site da emissora: http://www.rbtv.com.br/.

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ME PROVOQUE, nova música do COLETIVO UNIVERSAL


10 out

Essa música é uma homenagem a todas as mulheres fortes, em especial a Clarice Lispector!
Participação especial de Kícila Sá na voz.
Uma produção e criação Merije & Jamphel D
Letra: Merije

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OUÇA AQUI!! LISTEN!!!

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Um alô pro Jabuti


09 out

Jabuti Jabu ti Ja buti Ja bu ti já ja bu bu titi já vem
Um alô pro Jabuti_04102013

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O olho de Escher


09 out
Foto: Merije

Foto: Merije

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Madam Street


09 out

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Aos mestres, Vinicius e Tom, com carinho: A felicidade


09 out

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Em breve uma homenagem aos 100 anos de Vinicius de Moraes. Aguardem!!!

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Ser escritor


08 out

ESSA FALA ME REPRESENTA! Luiz Ruffato representou bem a categoria dos escritores brasileiros na Alemanha (08/10/13) (via O Globo):

Luiz Ruffato faz duras críticas ao Brasil na abertura em Frankfurt
O escritor mineiro Luiz Ruffato, escalado ao lado da presidente da Academia Brasileira de Letras (ABL), Ana Maria Machado, para discursar na abertura da Feira do Livro de Frankfurt, fez duras críticas à desigualdade social no país e à violência histórica contra índios, negros, mulheres e homossexuais. No final, encerrou dizendo que, com os seus livros, quer “afetar o leitor, modificá-lo, para transformar o mundo” e foi muito aplaudido. Perguntado sobre o motivo de um discurso tão contundente, Ruffato respondeu:
– Foi uma homenagem ao meu pai e à minha mãe – contou ele ao GLOBO.

Leia abaixo a íntegra do discurso de Ruffato:

“O que significa ser escritor num país situado na periferia do mundo, um lugar onde o termo capitalismo selvagem definitivamente não é uma metáfora? Para mim, escrever é compromisso. Não há como renunciar ao fato de habitar os limiares do século XXI, de escrever em português, de viver em um território chamado Brasil. Fala-se em globalização, mas as fronteiras caíram para as mercadorias, não para o trânsito das pessoas. Proclamar nossa singularidade é uma forma de resistir à tentativa autoritária de aplainar as diferenças.
O maior dilema do ser humano em todos os tempos tem sido exatamente esse, o de lidar com a dicotomia eu-outro. Porque, embora a afirmação de nossa subjetividade se verifique através do reconhecimento do outro – é a alteridade que nos confere o sentido de existir –, o outro é também aquele que pode nos aniquilar… E se a Humanidade se edifica neste movimento pendular entre agregação e dispersão, a história do Brasil vem sendo alicerçada quase que exclusivamente na negação explícita do outro, por meio da violência e da indiferença.
Nascemos sob a égide do genocídio. Dos quatro milhões de índios que existiam em 1500, restam hoje cerca de 900 mil, parte deles vivendo em condições miseráveis em assentamentos de beira de estrada ou até mesmo em favelas nas grandes cidades. Avoca-se sempre, como signo da tolerância nacional, a chamada democracia racial brasileira, mito corrente de que não teria havido dizimação, mas assimilação dos autóctones. Esse eufemismo, no entanto, serve apenas para acobertar um fato indiscutível: se nossa população é mestiça, deve-se ao cruzamento de homens europeus com mulheres indígenas ou africanas – ou seja, a assimilação se deu através do estupro das nativas e negras pelos colonizadores brancos.
Até meados do século XIX, cinco milhões de africanos negros foram aprisionados e levados à força para o Brasil. Quando, em 1888, foi abolida a escravatura, não houve qualquer esforço no sentido de possibilitar condições dignas aos ex-cativos. Assim, até hoje, 125 anos depois, a grande maioria dos afrodescendentes continua confinada à base da pirâmide social: raramente são vistos entre médicos, dentistas, advogados, engenheiros, executivos, jornalistas, artistas plásticos, cineastas, escritores.
Invisível, acuada por baixos salários e destituída das prerrogativas primárias da cidadania – moradia, transporte, lazer, educação e saúde de qualidade –, a maior parte dos brasileiros sempre foi peça descartável na engrenagem que movimenta a economia: 75% de toda a riqueza encontra-se nas mãos de 10% da população branca e apenas 46 mil pessoas possuem metade das terras do país. Historicamente habituados a termos apenas deveres, nunca direitos, sucumbimos numa estranha sensação de não-pertencimento: no Brasil, o que é de todos não é de ninguém…

Convivendo com uma terrível sensação de impunidade, já que a cadeia só funciona para quem não tem dinheiro para pagar bons advogados, a intolerância emerge. Aquele que, no desamparo de uma vida à margem, não tem o estatuto de ser humano reconhecido pela sociedade, reage com relação ao outro recusando-lhe também esse estatuto. Como não enxergamos o outro, o outro não nos vê. E assim acumulamos nossos ódios – o semelhante torna-se o inimigo.

A taxa de homicídios no Brasil chega a 20 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes, o que equivale a 37 mil pessoas mortas por ano, número três vezes maior que a média mundial. E quem mais está exposto à violência não são os ricos que se enclausuram atrás dos muros altos de condomínios fechados, protegidos por cercas elétricas, segurança privada e vigilância eletrônica, mas os pobres confinados em favelas e bairros de periferia, à mercê de narcotraficantes e policiais corruptos.

Machistas, ocupamos o vergonhoso sétimo lugar entre os países com maior número de vítimas de violência doméstica, com um saldo, na última década, de 45 mil mulheres assassinadas. Covardes, em 2012 acumulamos mais de 120 mil denúncias de maus-tratos contra crianças e adolescentes. E é sabido que, tanto em relação às mulheres quanto às crianças e adolescentes, esses números são sempre subestimados.

Hipócritas, os casos de intolerância em relação à orientação sexual revelam, exemplarmente, a nossa natureza. O local onde se realiza a mais importante parada gay do mundo, que chega a reunir mais de três milhões de participantes, a Avenida Paulista, em São Paulo, é o mesmo que concentra o maior número de ataques homofóbicos da cidade.

E aqui tocamos num ponto nevrálgico: não é coincidência que a população carcerária brasileira, cerca de 550 mil pessoas, seja formada primordialmente por jovens entre 18 e 34 anos, pobres, negros e com baixa instrução.

O sistema de ensino vem sendo ao longo da história um dos mecanismos mais eficazes de manutenção do abismo entre ricos e pobres. Ocupamos os últimos lugares no ranking que avalia o desempenho escolar no mundo: cerca de 9% da população permanece analfabeta e 20% são classificados como analfabetos funcionais – ou seja, um em cada três brasileiros adultos não tem capacidade de ler e interpretar os textos mais simples.

A perpetuação da ignorância como instrumento de dominação, marca registrada da elite que permaneceu no poder até muito recentemente, pode ser mensurada. O mercado editorial brasileiro movimenta anualmente em torno de 2,2 bilhões de dólares, sendo que 35% deste total representam compras pelo governo federal, destinadas a alimentar bibliotecas públicas e escolares. No entanto, continuamos lendo pouco, em média menos de quatro títulos por ano, e no país inteiro há somente uma livraria para cada 63 mil habitantes, ainda assim concentradas nas capitais e grandes cidades do interior.

Mas, temos avançado.

A maior vitória da minha geração foi o restabelecimento da democracia – são 28 anos ininterruptos, pouco, é verdade, mas trata-se do período mais extenso de vigência do estado de direito em toda a história do Brasil. Com a estabilidade política e econômica, vimos acumulando conquistas sociais desde o fim da ditadura militar, sendo a mais significativa, sem dúvida alguma, a expressiva diminuição da miséria: um número impressionante de 42 milhões de pessoas ascenderam socialmente na última década. Inegável, ainda, a importância da implementação de mecanismos de transferência de renda, como as bolsas-família, ou de inclusão, como as cotas raciais para ingresso nas universidades públicas.

Infelizmente, no entanto, apesar de todos os esforços, é imenso o peso do nosso legado de 500 anos de desmandos. Continuamos a ser um país onde moradia, educação, saúde, cultura e lazer não são direitos de todos, mas privilégios de alguns. Em que a faculdade de ir e vir, a qualquer tempo e a qualquer hora, não pode ser exercida, porque faltam condições de segurança pública. Em que mesmo a necessidade de trabalhar, em troca de um salário mínimo equivalente a cerca de 300 dólares mensais, esbarra em
dificuldades elementares como a falta de transporte adequado. Em que o respeito ao meio-ambiente inexiste. Em que nos acostumamos todos a burlar as leis.

Nós somos um país paradoxal.

Ora o Brasil surge como uma região exótica, de praias paradisíacas, florestas edênicas, carnaval, capoeira e futebol; ora como um lugar execrável, de violência urbana, exploração da prostituição infantil, desrespeito aos direitos humanos e desdém pela natureza. Ora festejado como um dos países mais bem preparados para ocupar o lugar de protagonista no mundo – amplos recursos naturais, agricultura, pecuária e indústria diversificadas, enorme potencial de crescimento de produção e consumo; ora destinado a um eterno papel acessório, de fornecedor de matéria-prima e produtos fabricados com mão-de-obra barata, por falta de competência para gerir a própria riqueza.

Agora, somos a sétima economia do planeta. E permanecemos em terceiro lugar entre os mais desiguais entre todos…

Volto, então, à pergunta inicial: o que significa habitar essa região situada na periferia do mundo, escrever em português para leitores quase inexistentes, lutar, enfim, todos os dias, para construir, em meio a adversidades, um sentido para a vida?

Eu acredito, talvez até ingenuamente, no papel transformador da literatura. Filho de uma lavadeira analfabeta e um pipoqueiro semianalfabeto, eu mesmo pipoqueiro, caixeiro de botequim, balconista de armarinho, operário têxtil, torneiro-mecânico, gerente de lanchonete, tive meu destino modificado pelo contato, embora fortuito, com os livros. E se a leitura de um livro pode alterar o rumo da vida de uma pessoa, e sendo a sociedade feita de pessoas, então a literatura pode mudar a sociedade. Em nossos tempos, de exacerbado apego ao narcisismo e extremado culto ao individualismo, aquele que nos é estranho, e que por isso deveria nos despertar o fascínio pelo reconhecimento mútuo, mais que nunca tem sido visto como o que nos ameaça. Voltamos as costas ao outro – seja ele o imigrante, o pobre, o negro, o indígena, a mulher, o homossexual – como tentativa de nos preservar, esquecendo que assim implodimos a nossa própria condição de existir. Sucumbimos à solidão e ao egoísmo e nos negamos a nós mesmos. Para me contrapor a isso escrevo: quero afetar o leitor, modificá-lo, para transformar o mundo. Trata-se de uma utopia, eu sei, mas me alimento de utopias. Porque penso que o destino último de todo ser humano deveria ser unicamente esse, o de alcançar a felicidade na Terra. Aqui e agora.”

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Mobimento no 55º Prêmio Jabuti


08 out

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Sou finalista do Prêmio Jabuti 2013 com o livro “Mobimento – Educação e Comunicação Mobile” (Ed. Peirópolis) – Categoria: “Educação”
É uma honra e uma alegria que compartilho com vocês estar no prêmio mais prestigiado da literatura brasileira.

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Merije

Vlog do Wagner Merije


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